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Rui Machado: depois de “Finalmente Mar” lança “Uma forma de continuar”

 

“Uma forma de continuar”, a mais recente obra de Rui Machado, é lançada a 7 de novembro, um sábado, às 16h00 na Junta de Freguesia de Ermesinde, em Valongo. 

A apresentação do livro será feita por Tânia Ardito, a cofundadora e editora da Revista Subversa, uma revista literária especializada no eixo Brasil-Portugal que estimula a produção literária e a comunicação artística luso-brasileira.

A música está a cargo de Dinis Meirinhos e as leituras de excertos serão feitas por João Arezes – que se assume como freelancer, escreveu críticas de teatro para diversas publicações, prefaciou livros, foi assessor de imprensa para diversas entidades e integrou a Associação Sentidos Grátis cuja órbita era a da promoção do trabalho de artistas emergentes. 

Licenciado em Psicologia da Saúde e mestre em Psicologia Clínica, Rui Machado, atualmente, ocupa a vida com a escrita e o ativismo na área da deficiência, sendo membro da comissão coordenadora dos (d)Eficientes Indignados, da direção do Centro de Vida Independente e cocriador do projeto ligado à desmistificação da sexualidade na deficiência "Sim, nós fodemos". 

O escritor, que há um ano atrás publicou o primeiro livro de poesia “Finalmente Mar”, agora aventura-se pela prosa, depois de ter publicado em inúmeras coletâneas/antologias, tanto de poesia como de prosa.

"Agora, olhando para trás, parece-me que este livro do Rui Machado me seduziu página a página. É nessa sequência paginada que se sucedem as histórias, as ideias, as sensações, os sentimentos e as pessoas que compõem este livro. Escrevo "pessoas" e não "personagens" porque, nesta leitura, fica sempre a impressão de se tratar de gente que existe, que vive. Talvez a realidade comprove que não é assim em todos os casos, talvez uma parte daqueles que habitam este livro tenham nascido na imaginação do autor. Tirar esse detalhe a limpo não é fundamental. Na literatura que vale a pena, a linguagem é sempre capaz de transportar a sua verdade. E isso é exatamente o que acontece aqui. As questões que ocupam estas páginas são aquelas que tocam o ser humano desde sempre e, com muita probabilidade, para sempre. A multidão que habita este livro, terna ou sarcástica, a sofrer ou a dar vontade de rir, é sempre composta por homens e mulheres. E quando menos esperamos, com frequência, encontramo-nos a nós próprios nestas páginas, a fazer parte deste livro." José Luís Peixoto

 

 

 

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